Equipe

Dr. Amadeu Menezes Lorga Jr

Anestesiologista - CRM 50020


Graduação
Faculdade de Ciências Medicas da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. RJ - 1983

Especialização
Centro de Ensino e Treinamento (SBA)
Casa de Saúde de Campinas- SP - 1985

Dr. Arthur Guimarães Naves

Anestesiologista - CRM 119469


Graduação
Universidade Federal de Uberlândia - UFU - MG - 2004

Especialização
Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto - SP - 2005

Dr. Fábio Geraldo Curtis

Anestesiologista - CRM 70196


Graduação
Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto - SP - 1990

Especialização
Faculdade de medicina Botucatu - SP (Unesp) - 2001

Dr. Paulo Alexandre Gomes

Anestesiologista - CRM 81312


Graduação
Faculdade Regional de Medicina de São José do Rio Preto - SP - 1991

Especialização
Centro de Ensino e Treinamento da Casa de Saúde de Campinas - 1995

Dr. Pedro Bigaran Neto

Anestesiologista - CRM 146075


Graduação
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - Sorocaba - SP 2011

Especialização
CET da Puc de Sorocaba - 2014

Locais de Atuação

O serviço de Anestesiologia São Lucas atende diariamente na Casa de Saúde Santa Helena. Além disso, presta serviço em algumas clínicas parceiras. A seguir:

Perguntas mais frequentes

1O QUE É ANESTESIA?
Anestesia é o estado de total ausência de dor durante uma operação, um exame diagnóstico, um curativo. Ela pode ser geral, isto é, para o corpo todo; ou parcial, também chamada de regional, quando apenas uma região do corpo é anestesiada. Em ambas as situações, o anestesista vigiará as funções de seus órgãos vitais durante o tempo que se fizer necessário e providenciará para que seu organismo reaja com segurança a um exame ou a uma cirurgia. Depois de conhecê-lo, avaliar seus exames pré-operatórios e saber a cirurgia proposta, o anestesista indicará a melhor opção. Você poderá ser submetido a: Anestesia Local: uso de anestésico local aplicado somente no local da cirurgia. Anestesia Regional: uso de anestésico local em área de abrangência maior em relação à região do corpo na qual será realizada a cirurgia (ex.: raquianestesia ou peridural para cirurgia de varizes). Anestesia Geral: o paciente fica inconsciente. Pode ser aplicada por via intramuscular, endovenosa ou inalatória (através da respiração; o anestésico é inalado e entra no organismo pelos pulmões).
2QUEM É O ANESTESISTA?
O anestesista é um médico formado por faculdade de medicina reconhecida e credenciada pelo Ministério da Educação. Ele é treinado em cursos específicos, com muitas horas de aulas teóricas e práticas. Embora o anestesista seja conhecido por seu trabalho durante a cirurgia, sua atuação se estende para fora das salas de operação. Atua em consultório, no tratamento das síndromes dolorosas de diversas causas (como musculares e de câncer) e na realização da consulta pré- operatória. Atua, ainda, em hospitais e diversos centros de saúde no tratamento de dor aguda e no desenvolvimento de técnicas de reanimação cardiorrespiratória e realiza anestesia em centros de imagem e diagnóstico para tomografias, ressonâncias, endoscopias etc. Em alguns hospitais do Brasil, o anestesista atua também nos centros de tratamento intensivo. Para exercer todas essas funções, é necessário que o médico seja treinado especificamente para esse fim.
3COMO DEVO ME PREPARAR PARA A ANESTESIA?
É importante que consulte o anestesista com antecedência. Conte sua história ao anestesista: hábitos, questões médicas de saúde, medicamentos que você toma ou tomou, reações alérgicas a medicamentos e experiências anteriores com o uso de anestésicos. Habitualmente, é necessário jejum de, pelo menos, 8 horas antes de uma anestesia, para permitir um completo esvaziamento do estômago (vide informações importantes). Não deixe de pedir esclarecimento e orientação sobre o tipo de anestesia a que você será submetido. Isso lhe dará mais segurança e tranquilidade. Informe ao anestesista se você tem ou já teve doenças como asma, diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca ou infarto do miocárdio. Raros são os medicamentos que precisam, temporariamente, ser suspensos antes da cirurgia. Quem decide isso é o anestesista! Se o paciente usa alguma droga ilegal, como cocaína, crack ou maconha, faz uso de estimulantes ou anabolizantes ou, ainda, é portador de doença infectocontagiosa, não deve deixar de falar com o anestesista sobre isso. Como médico, ele tem obrigação legal de guardar segredo profissional, não só sobre esse assunto como sobre qualquer outro. Quanto mais informação você der, melhor!
4 POR QUE TEMOS MEDO DE ANESTESIA?
Porque muitas vezes as informações que possue não foram tão esclarecedoras quanto aquelas que são divulgadas. Por exemplo, como ocorre com as viagens aéreas. Tal como os milhares de voos que são realizados sem acidentes, também, diariamente, milhares de anestesias são aplicadas em todo o mundo, com toda a segurança. Por comparação, pode-se afirmar que, tal como os perigos das viagens áreas, os riscos da anestesia são bastante reduzidos. Ainda comparando, sabemos que se os meios de divulgação ampliam os eventos relativos a um acidente aéreo, do mesmo modo, publicam, com alguma ênfase, os casos em que ocorrem acidentes anestésicos. Assim se explica porque muitas pessoas têm medo de viajar de avião. E porque outras receiam submeter-se à anestesia. É por isso que você deve exigir que somente um anestesista qualificado faça sua anestesia.
5COMO EVITO O MEDO DA ANESTESIA?
O anestesista é o guardião de sua vida durante a operação ou o exame sob anestesia. Confie nele e na equipe que vai cuidar de você. Lembre-se de que milhares de pessoas confiam suas vidas aos pilotos e comandantes de aeronaves em viagens aéreas por todo o mundo, e da mesma maneira outras tantas milhares confiam nas equipes cirúrgicas que cuidam delas nas salas de operação. Sua confiança é a melhor recompensa para o anestesista.
6O QUE ACONTECE ANTES DA OPERAÇÃO?
Primeiramente, o anestesista o examinará, prestará informações a você sobre o processo anestésico, orientando-o. Alguns exames de laboratório e radiológicos poderão ser necessários. Os preparativos da enfermagem, a pedido dos médicos, podem incluir raspagem dos pelos do lugar da operação, algum remédio e muita atenção.É possível que receba algum sedativo antes de ser encaminhado à sala de operação.
7COMO POSSO COLABORAR COM MINHA SEGURANÇA?
Respeite o período de jejum que foi determinado. Conte ao anestesista os nomes de todos os remédios que você toma ou tomou regularmente. Em especial, enumere aqueles a que você tem alergia. Serão removidas de sua boca quaisquer peças dentárias móveis, como dentaduras e pontes, especialmente as menores. Não use cosméticos ou produtos de beleza no dia da operação: deixe-os em casa. Não leve para o hospital, muito menos para a sala de operação, jóias como anéis, pulseiras, relógios de pulso e brincos e também retire alfinetes, grampos de cabelo, perucas, cílios postiços e outros objetos desnecessários. Não mastigue goma de mascar antes da cirurgia porque provoca aumento de ar e de sucos no estômago, o que pode causar vômito depois da operação. Quanto ao cigarro, é bom largá-lo, pelo menos, 60 dias antes da operação. Mas se você não consegue, reduza o máximo possível. Siga a orientação de seus médicos.
8QUEM ME ESCLARECE SOBRE A ANESTESIA?
Seu médico já deve ter conversado sobre a anestesia com você. Porém, somente na consulta com o anestesista é que todos os esclarecimentos serão feitos. Tire suas dúvidas com o especialista em anestesia, o anestesista.
9COMO É FEITO O CONTROLE DO PACIENTE PELO ANESTESISTA?
O anestesista controla todas as funções vitais do paciente, como: 1. nível de consciência; 2. pressão arterial, frequência cardíaca, volume sanguíneo circulante, níveis de oxigênio e gás carbônico no sangue; 3. volume respiratório, frequência respiratória, concentração de oxigênio nos pulmões; 4. volume urinário; 5. atividade muscular. Também é função do anestesista diagnosticar e monitorar, constantemente, a situação do paciente durante a cirurgia e contribuir para que o cirurgião se ocupe, exclusivamente, com a realização da cirurgia.
10DURANTE A ANESTESIA O ANESTESISTA PODE SE AUSENTAR DA SALA?
Não se deve esquecer de que a segurança do paciente está condicionada à permanente vigilância. Por isso, o anestesista não sai da sala durante uma cirurgia. O anestesista é o responsável pela técnica da anestesia e, portanto, tem de controlá-la, utilizando-se dos diferentes tipos de monitor e instrumento que permitem constante avaliação clínica do paciente.
11QUAL O RISCO DE UMA ANESTESIA?
São muito raros, atualmente, os acidentes ou as complicações de uma anestesia. Com medicamento, instrumental e técnicas modernas, o anestesista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos, mas é claro que eles nunca chegam a zero, já que há fatores de risco muitas vezes imponderáveis ligados não só à anestesia como à própria operação, às condições hospitalares, às condições do paciente etc. De qualquer maneira, o anestesista, além do conhecimento e da especialização médica, emprega toda a sua perícia e experiência clínica para o sucesso completo da operação a que você está se submetendo. Para a maior segurança dos pacientes, os hospitais modernos contam com equipes e equipamentos próprios para emergências e cuidados críticos, o que reduz ainda mais os riscos de acidentes graves incontornáveis.
12COMO É O RETORNO À CONSCIÊNCIA E À SENSIBILIDADE APÓS A ANESTESIA?
O anestesista deve lhe observar até que todos os efeitos relacionados com a anestesia administrada tenham sido revertidos. Para isso, há um setor especial em que a maioria dos pacientes permanece após a anestesia e a cirurgia – a Sala de Recuperação Pósanestésica (SRPA). Nela, você será observado de maneira contínua pelo anestesista e pela enfermagem.
13 A SALA DE RECUPERAÇÃO É SINÔNIMO DE COMPLICAÇÃO?
De forma alguma! A Sala de Recuperação pós-anestésica permite que você tenha pressão arterial, frequência cardíaca, respiração e nível de consciência, observados em intervalos regulares. O tempo em que você fica na SRPA tem por finalidade observar sua recuperação enquanto ainda há resíduos de drogas anestésicas atuando no organismo. Dessa forma, é traçado um esquema eficaz para o combate de qualquer dor no pós-operatório.Você ficará na SRPA até o anestesiologista verificar um quadro de total estabilidade de sua circulação, respiração, nível de consciência e regressão da anestesia. Alguns pacientes considerados graves ou submetidos a cirurgias complexas, podem passar pela SRPA e ser encaminhados para os Centros de Tratamento Intensivo (CTI). O anestesista levará o paciente até o CTI, no qual uma equipe médica fará seu acompanhamento.
14QUANDO POSSO SER LIBERADO PARA CASA SEM INTERNAÇÃO?
No caso de pós-operatório de cirurgias ou procedimentos ambulatoriais, o paciente tem alta hospitalar com segurança após permanecer na SRPA por um período de observação. O paciente e seu acompanhante são instruídos em relação a sinais e sintomas que podem ocorrer no pós-operatório. A indicação da realização de procedimentos ambulatoriais tem normas próprias, por isso, nem todas as operações podem ser programadas dessa maneira.
15COMO ME SENTIREI APÓS A ANESTESIA?
O que você vai sentir após a anestesia depende muito da operação, do tipo de anestesia, de suas condições físicas, dos remédios que você está tomando ou tomou, enfim, de múltiplos fatores. Graças às técnicas de anestesia modernas, apenas um número muito pequeno de pacientes chega a se sentir mal. O que deverá ser ressaltado é que você, provavelmente, não sentirá nada nem se lembrará de nada. O anestesista zelará para que, dentro do possível, o melhor conforto seja assegurado.

Informações Importantes

  • 1- O jejum é indispensável para o procedimento cirurgico. O tempo necessário de jejum deve seguir tabela abaixo:
  • Material ingeridoPeríodo mínimo de jejum
    Líquidos claros ou sem resíduos*2h
    Leite materno4h
    Leite não humano (máximo de 1 xícara)6h
    Refeição leve**6h
    Refeição completa8h

    * Água, chá, café sem leite, gelatina, refrigerantes, sucos sem resíduo, sem álcool e com pouco açúcar.
    ** Torrada e líquidos claros. Caso seja imprescindível passar algo na torrada, será permitida uma fina camada de geleia. O uso de frios, manteiga ou queijos é proibido.

  • 2- Não se deve parar as medicações de uso contínuo, mesmo estando no período de jejum. Salvo aquelas suspensas pelo seu médico.
  • 3- Retire todos adornos, adereços e jóias antes de adentrar o centro cirurgico. Não utilize cosmeticos ou produtos de beleza no dia da cirurgia.
  • 4- Retire proteses dentárias antes de ser encaminhada ao Centro Cirurgico.

Cuidados Especiais

  • Manta térmica

    A hipotermia ocorre frequentemente durante procedimento anestésico - cirúrgico , devido a inibição do centro termorregulador, aumento da exposição corporal ao ambiente e diminuição do metabolismo e produção do calor. Nos pacientes cirúrgicos , a manutenção de normotermia é recomendada em estudos que demonstraram redução de complicações nesses pacientes. O serviço de anestesiologia São Lucas disponibiliza uma manta térmica para esse fim. Informe-se sobre a possibilidade de seu uso.
  • Solução nutricional

    A oferta de nutrientes no pré operatório (até 2 horas antes da cirurgia ) tem sido vista como fator benéfico na recuperação pós anestesica. O serviço de anestesia São Lucas orienta o uso de solução nutricional ( Fesenius Jucy) até 2 horas antes do procedimento, salvo exceções. Converse com seu anestesiologista sobre seu uso.

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